Oi pessoal!!!
Ainda sobre o post anterior, duas observações:
Acabei esquecendo de incluir o link da notícia do Estadão. Agora vai:
Frango medicado com antibiótico pode não virar mais hambúrguer no McDonald’s
Além disso, tive um bizu muito legal de um amigo e parceiro científico sobre uma interpretação que ele teve, que foi diferente da minha.
Sobre a afirmação do vice-presidente: “Os animais que ficarem doentes continuarão sendo
tratados com antibióticos, mas que depois do tratamento não serão incluídos no
fornecimento para comida”
Como não foi especificado o tempo, eu interpretei que os animais que necessitarem de tratamento com antibióticos, serão tratados e logo em seguida, não serão destinados ao mercado consumidor. O que nos parece óbvio pois caso contrário, o consumidor estaria consumindo um produto com elevados níveis de resíduos, pois não haveria respeito ao período de depleção do medicamento nos tecidos comestíveis da ave.
O meu amigo Felipe Faccini interpretou que os animais que necessitarem de tratamento com antibióticos, serão tratados e não serão destinados ao mercado consumidor em nenhum momento após isto.
É! Faz todo o sentido!!! Valeu Felipe!!!
Até a próxima!!!
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